O mundo mudou de uma forma vertiginosa, impulsionada pela inserção da tecnologia no meio social. Uma das características das crianças que marca este tempo é a autonomia. O tablet (nome dado aos aparelhos portáteis sensíveis ao toque, que são um intermédio entre um smartphone e os computadores tradicionais) é ao mesmo tempo lousa, caderno e biblioteca. “Quando elas querem aprender, vão atrás das informações na internet e aprendem”, analisa Paulo André Cia, Diretor Pedagógico do Colégio Arbos.
A escola não pode ficar alheia ao que essas crianças vivem em seu mundo, e seus diretores estão vivenciando uma nova revolução do processo que vai marcar a educação no século XXI. “Não estamos falando de uma revolução tecnológica, mas da transformação da didática e da metodologia de ensino”,
explica Paulo André.
Nessas condições, o professor deixa de ser fonte exclusiva de conteúdo educacional. Não precisa escrever na lousa o que já está disponível em outras mídias, em arsenal disponibilizado pelo Colégio
Arbos nas salas 360°, totalmente equipadas com recursos multimídia.
O novo papel do professor baseia-se na função de mediador e facilitador da aprendizagem. O aluno não é mais passivo e deve ser instigado a ter iniciativa. Essa mudança olha para o futuro. “Essas são as novas habilidades essenciais requeridas pelo mercado futuro de trabalho e estão sendo consideradas no processo de ensino”, comenta Paulo André.
Outra revolução vem com os Aplicativos, ou Apps, como são mais conhecidos. Abreviação para Application (Aplicação ou Aplicativo), a sigla vem aparecendo cada vez mais no cotidiano das famílias e dos profissionais.
Trata-se de um software que pode ser instalado em algum dispositivo eletrônico para desempenhar tarefas ou auxiliar seu usuário. Nos últimos anos, os Apps criaram jogos e plataformas de conteúdo
educacional que transformaram a dinâmica de aprendizagem.
Com formas interativas para o aprendizado de números, existem Apps que deixam a Matemática mais atrativa e divertida. Nos tablets, o aluno percorre a história do mundo, e apps para leitura, escrita, verbalização e compreensão são voltados para quem estuda o inglês.
“Os aplicativos corretamente aplicados ao processo de aprendizagem tiram do professor a fonte verbal da exposição de informação e conhecimento e transferem essa interação para o aluno, numa linguagem
dinâmica e mais afeita ao seu ambiente tecnológico”, analisa Paulo André.
Os professores estão sendo treinados e têm acesso a um grande banco de apps no Arbos. A tecnologia também coloca na pauta um modelo cada vez mais personalizado de ensino. “A escola não pode tratar todos os alunos da mesma forma e a tecnologia potencializa essa diferença de aprendizado”, diz Paulo André.
Ao rever suas práticas, a escola foca na formação de um cidadão autônomo, crítico e saudável, capaz de atuar com criatividade e desenvoltura nessa nova sociedade tecnológica da informação. Esse é o desafio que o Colégio Arbos supera em seus 27 anos de trabalho para preparar os alunos para um mundo que ainda não foi inventado, reconhecendo as competências para que eles participem da criação desse futuro.

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