Redação da aluna Giovanna Mendes Henrique Barbosa, do Arbos/SBC
O mundo está cada vez mais desenvolvido em razão das novas tecnologias. Por conta disso, o homem tem uma grande tendência a se isolar em seu ambiente, seja ele de trabalho, escolar ou até mesmo em casa. Esse isolamento ocorre porque os eletrônicos facilitam suas vidas, fazendo com que tenham tudo em mãos sem a necessidade de locomoção.
As pessoas estão cada vez mais deixando de notar as coisas que acontecem ao seu redor, principalmente a discriminação e os problemas sociais. Elas se tornam completamente desumanizadas e individualistas. Vivem em seu próprio mundo, fechadas dentro de casa e fingem que nada está errado ou precisa ser melhorado.
Além do isolamento feito por paredes, pode-se encontrar divisões explícitas quando se sai às ruas. A desigualdade no país é tão grande que chega a ser visível a divisão – como se houvesse um muro impedindo que as pessoas se comuniquem ou até mesmo que outras pessoas notem sua presença.
Lutamos diariamente contra a desigualdade, independentemente se de gênero (diferenças de salário), de opção sexual, ou de condição financeira (bairros divididos em classe média, alta e baixa). Apesar de termos características distintas, devemos abrir nossas mentes e acabar com o preconceito, derrubando as barreiras invisíveis.
Para que isso ocorra, podemos começar com um simples ato de ajudar e ter amor ao próximo. Dessa forma, as pessoas começarão a refletir e levar em consideração que todos possuem os mesmos direitos,
acreditando que um simples ato no dia a dia pode mudar o mundo.

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