VIVÊNCIA NO EXTERIOR É IMPORTANTE

Papel da experiência internacional na formação profissional

 Débora Lago,
especialista em intercâmbio
Há alguns anos, a procura por um ótimo profissional estava diretamente ligada às suas capacidades técnicas. Boa formação profissional era sinônimo de boa universidade, bons cursos de idiomas e conhecimentos relacionados ao uso da tecnologia.

Hoje, na divulgação de uma oportunidade de trabalho, o patamar de exigências subiu. Muito mais se fala em experiências pessoais, habilidades de negociação, capacidade de liderança, visão empreendedora, flexibilidade para trabalhos em diferentes locais, disponibilidade para viagens e criatividade.


O fator mais importante e determinante para a contratação, a manutenção e a evolução da carreira profissional em uma empresa é, sem dúvida, o perfil comportamental, e não somente o técnico. Mas, se o jovem ainda não conseguiu o seu primeiro emprego, como adquirir essas experiências profissionais? Como desenvolver habilidades de um perfil empreendedor sem nunca ter vivenciado um dia de trabalho?

Realmente dar o primeiro passo pode ser difícil, mas no Ensino Médio, por exemplo, essa experiência pode ser estimulada em trabalhos em grupo, por meio de participação ativa nas aulas e engajamento em projetos de trabalhos voluntários que o colégio oferece.

Além dessa participação ativa na vida acadêmica dentro de seu próprio colégio, também é possível adquirir essa experiência por meio de viagens a outros países para vivência de culturas diferentes. “Uma experiência internacional pode ser um grande passo na formação profissional de um jovem”, explica Débora Lago, especialista em intercâmbio. Durante uma viagem ao exterior, seja apenas para turismo ou especialmente para estudos, o jovem vivenciará experiências jamais vividas. “Ele conhecerá pessoas de culturas diferentes, aumentando sua rede de contatos sociais, aprendendo costumes e hábitos de países de diferentes regiões do
mundo”, conta Débora.

Existe um intercâmbio certo para cada tipo de pessoa. O interessado pode avaliar cursos de idiomas, graduação, extensão universitária, pós-graduação ou experiências de trabalho no exterior. Na bagagem de volta, não vem somente a proficiência em um idioma estrangeiro, mas também a maturidade para tomar decisões longe dos pais ou responsáveis, uma boa capacidade de relacionamento interpessoal, com mais autoconfiança, independência e flexibilidade de adaptação em culturas diferentes.

“Sem duvida, é um dos melhores investimentos na vida pessoal e profissional de qualquer pessoa”, completa Débora.

Em caso de dúvida, mande sua mensagem para arbos@stb.com.br

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