MEIO AMBIENTE E A MORAL

Redação da aluna Débora Paulino de Lira, do Arbos/SA

Desde que o homem evoluiu tecnologicamente, passamos a conviver de forma que consideramos civilizada, em casas e cidades. Surge então uma divisão entre o que é humano e o que é natural: o ser humano passou a não ser mais um elemento da natureza, mas algo superior a ela. Para construirmos o que é humano, precisamos destruir o que é natural, como quando desmatamos para fazer papel. Qual o limite da interferência humana no meio ambiente?


Meio ambiente envolve todos os seres vivos e não vivos que interagem entre si em um determinado espaço, que é o ecossistema. Graças ao crescimento das indústrias e do consumo, nós, humanos, estamos destruindo cada vez mais esses ecossistemas. Nos achamos no direito de matar e destruir por sermos mais fortes e inteligentes. Acabamos com a biodiversidade da flora e da fauna e com populações inteiras. Essa destruição ironicamente prejudica a nós mesmos, pois causa um terrível desequilíbrio ecológico. Tudo isso nos faz pensar se é realmente certo ou errado explorarmos a natureza.

Alguns pensam que é de nosso direito usar todos os recursos disponíveis e abusam disso. Outros pensam que ainda somos parte da própria natureza e, por isso, devemos respeitá-la, e acreditam que toda vida tem o mesmo valor. Devido aos problemas ecológicos que a exploração proporciona, somados a essas ideias de
respeito à natureza, vêm sendo criado cada vez mais campanhas de preservação do meio ambiente.

É de extrema importância que preservemos o meio ambiente para o nosso próprio bem e de todo o planeta. Devemos incentivar a todos, principalmente as crianças, a criarem uma consciência ecológica, através de campanhas e projetos nas escolas; cobrar das indústrias medidas para que poluam menos; incentivar o consumo consciente e ter uma moral individual, mudando nossos hábitos.

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